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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Parque das Nações

Hoje fez um pouco menos de frio, o dia estava maravilhosamente ensolarado e fomos aproveitá-lo no Parque das Nações em Vasco da Gama. O complexo inclui um monte de atrações, um shopping grande, cassino, muitos jardins e passeios às margens do Tejo. As principais atrações são o Oceanário de Lisboa, o teleférico e o Pavilhão do Conhecimento.
O Parque das Nações foi construído para a Expo'98 em Lisboa e hoje é uma região revitalizada e moderna da cidade.
Gare do Oriente

O dia começa na Gare do Oriente, estação de metro, comboio e autocarros (metrô, trem e ônibus) que tem uma arquitetura linda, moderna e muito leve.
De lá, visitamos rapidamente o Shopping e depois fomos para o Oceanário, que é simplesmente fascinante. Ele se divide em vários ambientes, representando vários ecossistemas. O destaque é o imenso tanque central, com muitos tipos de peixe, inclusive vários tipos de cardume, arraias, tubarões...
Além desse tanque, há vários outros com animais do oceano índico, da antártica, e algumas espécies exóticas, como o incrível peixe dragão, que ninguém sabe se é peixe ou uma alga. Além de mostrar o fundo do mar, os tanques também mostram ambientes costeiros, e por isso no aquário há lontras, pinguins e um monte de aves marinhas.

Oceanário de Lisboa

Tubarão do Tanque Central
Arria gigante, tanque central

Pinguins
Aves Marinhas

A Lontra

Corais do oceano índico

Atum

Sapinhos - para você mamis :)

Peixe Dragão

Peixe Palhaço na anêmona

Aquário do Oceano Índico

No oceanário tivemos oportunidadede ver  de novo esse vídeo lindo (infelizmente, não achamos uma versão com legendas), com o Carl Sagan falando sobre a insignificância da Terra, pontinho azul e pálido nos confins do universo, mas que é tudo que temos e onde compartilhamos um destino comum, foi muito comovente...


O passeio continuou de teleférico até o outro lado do parque, próximo aos jardins e ao chamado Caminho do Tejo, uma passarela que margeia o rio em direção à ponte Vasco da  Gama, a ponte mais longa da Europa com 17Km (só não sabemos direito o que tem do outro lado da ponte =D).


Pablo no teleférico

A ponte Vasco da Gama, que se estende por 17km

Depois de uma bela caminhada, retornamos no teleférico e fomos visitar o Pavilhão do Conhecimento, um Museu de Ciências, com um monte de coisas legais... O museu é meio para criança, estava apresentando uma exposição sobre sexualidade e outras coisas direcionadas às muitas criancinhas que passavam correndo e berrando para lá e para cá. A gente não correu nem berrou mas virou criança fazendo mil experimentos sobre percepção, ondas, sistemas complexos e um bocado de coisa divertidas... Espero que a gente continue com essa alegria de criança enquanto estiver por aqui.

A entrada do Pavilhão

Virando criança no Pavilhão do Conhecimento

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Vésperas de Rachmaninov no Centro Cultura Belém

Depois de um dia puxado de trabalho, fomos assistir um concerto no Centro Cultural Belém. O CCB é um complexo enorme, moderno e muito bonito com museus, teatros, salas de música e algumas lojas com arte e outras coisas lindas, além de livrarias, cafés e restaurantes.



O centro fica bem ao lado do Mosteiro dos Jerónimos e na frente do Pavilhão do descobrimentos.


 No programa, as Vésperas de Rachmaninov, que é uma peça só para vozes, executada pelo Coro da Letônia.
Nós gostamos demais de canto coral e as peças realmente valiam a pena. Foi uma noite muito bonita.
Os ingressos

Chiado

Fomos dar uma volta pela região do Chiado, parte antiguinha de Lisboa e que há muito tempo é lugar da boêmia, intelectuais, artistas, com muitas livrarias, sebos, cafés e teatros.

As ruas do Chiado

Uma coisa impressionante na área é a igreja de Nossa Senhor do Carmo. Construída em 1392, era uma das igrejas mais imponentes de Lisboa, até que ruiu em 1755 no grande terremoto, matando um monte de gente que estava dentro rezando. Uma parte da igreja foi reconstruída e se tornou o Museu arqueológico de Portugal, mas uma outra parte grande, ficou em ruínas, como os arcos gigantescos da nave principal.




Ruínas do Convento do Carmo
Alfama e o Castelo de São Jorge

Vista da Baixa

Largo Camões
Terminamos o passeio com um café e os famosos pastéis de Belém tradicional café "A Brasileira", que funciona desde de 1920 e foi muito frequentado por artistas e intelectuais importantes, inclusive por Fernando Pessoa.

O Café A Brasileira

Interior do Café
Pastéis de nata com café - nhami, nhami...

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Belém

Estamos felizes e contentes em Lisboa, com a acolhida generosa  e calorasa de Cacau, nossa amiga brasileira e referência por aqui. O frio está grande, mas a os dias estão lindos e a cidade é maravilhosa. Fomos visitar a região de Belém, onde ficam alguns dos monumentos mais importantes, como o imponente Mosteiro do Jerónimos, a Torre de Belém e o Pavilhão dos Descobrimentos.
O mosteiro, com uma igreja e um claustro atrás, é impressionante. Foi construído no auge do poderio português por D. Manoel I, na época das grandes navegações. A construção é um testemunho do esplendor do Reino na época e da característica arquitetura manoelina. Grandes heróis nacionais portugueses, Camões e Vasco da Gama estão enterrados aqui.

A fachada do mosteiro
Exterior da Igreja
O pátio interno do claustro

O Claustro

A igreja e o claustro

O interior da Igreja

O teto incrível do Mosteiro

Camões
Saindo do mosteiro, fizemos uma longa caminhada às margens do Rio Tejo, em direção à Torre de Belém, outra construção da época dos descobrimentos, que servia como torre de proteção e controle.
Pavilhão dos descobrimentos e Rio Tejo.

Bem em frente ao mosteiro, fica o Pavilhão dos descobrimentos, feito por Salazar na década de 60, o pavilhão homenageia todos os grandes navegadores, Cabral está lá no meio, pequenininho, já que comparado a Fernão de Magalhães e a Vasco da Gama, não foi mesmo autor de grandes feitos, mas está lá, mesmo assim!

A torre foi muito bem restaurada e dá uma ideia muito clara do que era naquela época, tempos duros e frios... A gente subiu até o topo, por uma escadinha estreita em caracol de mais ou menos uns 6 andares, tive um pouco de medo, mas a vista lá de cima recompensava.
Ficamos pensando nos navios que saíram de lá, os marinheiros indo para o desconhecido, sabe-se lá se voltavam, indo descobrir o mundo. Não dá para não ficar um pouco tocado e um pouco assombrado também. Grandes feitos, grandes tempos...
Torre de Belém

Descansando no alto da Torre de Belém